Que possamos usar nossos egos nesta transitória passagem ,como escada que eleve nossa alma a compreender e viver o seu infinito AMOR!!!!sábado, 17 de dezembro de 2011

Um primeiro passo é aceitar com humildade o que somos
O outro é perceber que somos muito mais do que pensamos
Mais adiante é sentir e abrir-se as experiencias
E descobrir que com o coração se vai mais longe
E quando realizar o tamanho deste coração
Deixar que ele derrame sobre vc
Todas as bençãos do Amor que une
Podemos então abraçar a Todos
Todos os outros corações
E descobrir então, Somos Um só
O outro é perceber que somos muito mais do que pensamos
Mais adiante é sentir e abrir-se as experiencias
E descobrir que com o coração se vai mais longe
E quando realizar o tamanho deste coração
Deixar que ele derrame sobre vc
Todas as bençãos do Amor que une
Podemos então abraçar a Todos
Todos os outros corações
E descobrir então, Somos Um só
sexta-feira, 29 de julho de 2011
eu -voceeu- voce
voce não é
voce é...
este é o grande problema, projetar no outro todas as falhas possíveis, tentar achar ou vasculhar algo de errado que possa ser apontado.
toda esta energia gasta na separação do eu errado e sombrio do outro, poderia ser empregada construtivamente para desmanchar a separatividade ilusória, que existe em cada um, preenchendo-se do verdadeiro valor das coisas simples.
Somos a mesma Consciencia, em corpos distintos, foi isso que experenciei, meus mestres são todos. Cristãos, Budistas, Sufis,Yogues, Tantricos...a cada um que puder abraçar com minha alma desmanchando o muro da diferença
eu-voce!

a Verdade não pode ser unica! porque cada um terá uma percepção dela...
alguns descrevem através da sensação de felicidade, outros a descrevem como liberdade, outros como amor, outros terão outras percepções a tentar descrever.
Buda lá no video postado pelo André, viu Mara, viu e sentiu o peso do desejo, a projeção da parte de sí mesmo que reivindica fama, poder, prazer...e Mara é um reflexo dele, seu lado sombrio.
Ele observa, mas mantem-se no centro, vencendo o diálogo interior
(Cristo passou por isso no deserto, a luta contra a sombra, as tentações nos 40 dias infernais do Cristo...
Quem ainda não teve que enfrentar seu próprio inferno????para chegar a luz????)
Existe muitas formas ou vias para se chegar a iluminação. Uma, aceitando o Eu, como o EU uniiversal, via da afirmação, o outro negando o EU, via da negação.O Budismo é a via da negação, o Yoga é da afirmação
Dois caminhos para chegar ao mesmo ponto, dois caminhos interiores a serem percorridos.
Não existem dois Nirvanas!
Grande Navegador foi o BUDA
sempre autentico, sempre buscando de diversos modos, sem medo de ser tragado..., mas sua iluminação veio por etapas, até o momento na arvore Bodi. Se ele temesse o oceano, o desconhecido, ou o seu próprio Ser, jamais teria se transformado, e alcançado sua própria luz.
Só temos um caminho a pecorrer, o nosso próprio caminho, sinuoso, ou longo, curto ou sintético, o importante é ter autenticidade, é ter a liberdade de ser o Sí mesmo.
Foi isso que compreendi do Buda, busque sua própria luz, não imite ninguém, e não se limite ao que conhecer , sempre haverá uma percepção mais pura, mantenha o foco, o foco é voce e não o outro.
Só temos um caminho a pecorrer, o nosso próprio caminho, sinuoso, ou longo, curto ou sintético, o importante é ter autenticidade, é ter a liberdade de ser o Sí mesmo.
Foi isso que compreendi do Buda, busque sua própria luz, não imite ninguém, e não se limite ao que conhecer , sempre haverá uma percepção mais pura, mantenha o foco, o foco é voce e não o outro.

O sono de Vishnu, Shiva dançando...uma forma que os hindus tiveram pra esxplicar substancias e insubstancias, luz e escuridão, vazio e cheio, alento, respiração, essencia e existencia.
Por isso para um bodhisatva, Samsara é o Nirvana!!! e não duas coisas antagonicas.
Se ele tiver que renascer por 30 vidas...será o mesmo que nunca mais voltar. Ele encontrou a realização disso, sua condição livre de ir e vir, isso não será motivo nem de sofrimento e tampouco de apego.
Por isso para um bodhisatva, Samsara é o Nirvana!!! e não duas coisas antagonicas.
Se ele tiver que renascer por 30 vidas...será o mesmo que nunca mais voltar. Ele encontrou a realização disso, sua condição livre de ir e vir, isso não será motivo nem de sofrimento e tampouco de apego.
Tan- Tra Expansão, contração
A respiração de Brahma- criação - destruição...
a dança de Shiva, cria mantém e destrói...
O espaço se expande, porque tudo está sendo criado...para depois ser recolhido de volta e novamente criado...isso é representado também pelo sono de Mahavishnu criando através de seu corpo e vivendo através de todos seus sonhos...de seu corpo brotam milhares de universos que depois serão reabsorvidos...
o que somos nós perante isso? a duração de nossas vidas?
PARTE DO TODO, E O TODO EM NÓS!!!
A respiração de Brahma- criação - destruição...
a dança de Shiva, cria mantém e destrói...
O espaço se expande, porque tudo está sendo criado...para depois ser recolhido de volta e novamente criado...isso é representado também pelo sono de Mahavishnu criando através de seu corpo e vivendo através de todos seus sonhos...de seu corpo brotam milhares de universos que depois serão reabsorvidos...
o que somos nós perante isso? a duração de nossas vidas?
PARTE DO TODO, E O TODO EM NÓS!!!
Borboletas
Não existe nada que possa ser destruido, seria pretenção tentar destruir algo, lutar contra uma parte que é integrande do Todo que somos. Podemos sim transformar e romper limites de nos aprisionam numa forma pequena e isolada, onde pensamos estar com as certezas. Quando se rompe o casulo a borboleta voa, e se descobre na verdadeira natureza livre...e pode reconhecer a mesma borboleta nos outros.
Buda não lutou, apenas permaneceu sereno frente aos movimentos de sua mente.Ele apenas reconheceu toda sombra como parte dele mesmo, no final a sombra tem seu rosto. Tudo aquilo foi criado por Ele, e Ele nunca lutou, e nem fez o jogo de sua sombra, que lhe propos poder, prazeres e tudo que seduz a maioria das pessoas, que se perdem e se frustram nisso.
Mas Ele o Buda, é o senhor de sí mesmo...é ele quem comanda sua sombra e não ela que o dirige no mundo. Ser Buda é ser senhor do Sí mesmo!!!
Buda não lutou, apenas permaneceu sereno frente aos movimentos de sua mente.Ele apenas reconheceu toda sombra como parte dele mesmo, no final a sombra tem seu rosto. Tudo aquilo foi criado por Ele, e Ele nunca lutou, e nem fez o jogo de sua sombra, que lhe propos poder, prazeres e tudo que seduz a maioria das pessoas, que se perdem e se frustram nisso.
Mas Ele o Buda, é o senhor de sí mesmo...é ele quem comanda sua sombra e não ela que o dirige no mundo. Ser Buda é ser senhor do Sí mesmo!!!
DENISE
A compreensão do vazio, da insubstancialidade e vacuidade não é zero...
Mesmo o vazio não é vazio, se desintegrarmos algo, ainda sim algo ainda menor aparece...infinitamente menor
A vacuidade Budista e o Brahmam sem forma do Advaita Vedanta, são a mesma coisa.
Toda a ciencia sempre se ocupou daquilo que é detectável, substancia, materia...aquilo que foge a compreensão, o espaço por exemplo ainda permanece incompreendido...
ou seja, estuda-se Galaxias, Universos, Matéria...e o espaço sempre expandindo, o que sabem sobre isso?
Mesmo o vazio não é vazio, se desintegrarmos algo, ainda sim algo ainda menor aparece...infinitamente menor
A vacuidade Budista e o Brahmam sem forma do Advaita Vedanta, são a mesma coisa.
Toda a ciencia sempre se ocupou daquilo que é detectável, substancia, materia...aquilo que foge a compreensão, o espaço por exemplo ainda permanece incompreendido...
ou seja, estuda-se Galaxias, Universos, Matéria...e o espaço sempre expandindo, o que sabem sobre isso?
Se Bodhidharma que levou o Conhecimento do Zen Budismo a China, onde iluminação é um acordar instantaneo, como tirar a venda dos olhos, e um iluminado monge estivesse aqui
Perguntaria: Como voce ve Mara (ego)? O que ele responderia?
Perguntaria: Como voce ve Mara (ego)? O que ele responderia?
1 jun
DENISE
S. Suzuki
Antes de o Buda atingir a iluminação, ele fez todos os esforços possíveis. Por fim, alcançou uma plena compreensão dos vários caminhos. Você pode pensar que o Buda tenha atingido um estado em que estivesse livre da existência cármica, mas não é assim. O Buda contou muitas histórias sobre suas experiências depois que alcançou a iluminação. Ele não era em nada diferente de nós. Quando seu país entrou em guerra com um poderoso vizinho, ele falou sobre seu próprio carma aos seus discípulos; de como sofreu quando viu que seu país seria conquistado pelo rei vizinho. Se ele fosse alguém que tivesse atingido a iluminação isenta de carma, não haveria razão para tal sofrimento. Mesmo depois de atingir a iluminação, ele continuou com o mesmo esforço que estamos fazendo. Mas sua visão da vida não era passível de ser abalada; era firme e ele ponderava a respeito da vida de todos, inclusive a dele próprio. Observava a si próprio e aos outros com os mesmos olhos com que observava as pedras, as plantas ou qualquer outra coisa. Tinha uma compreensão muito científica. Essa era sua forma de viver depois que alcançou a iluminação.
Ilusão -realidade
ilusão e não ilusão
matéria e espírito
sutil e denso
tudo é uma dualidade, como sombra e luz...um é projeção do outro
Neste mundo não existe como separar, não nos é possível realizar uma separação, entre Budhi e Ahamkara, mesmo um mestre como Buda tinha manas, e se comunicava através de uma personalidade sábia, iluminada.
A matéria é energia sutil condensada, um eterno fluxo de transformação, sem um ponto a chegar, ou nada a ser conquistado, além de permanecer na atenção e no centro.
matéria e espírito
sutil e denso
tudo é uma dualidade, como sombra e luz...um é projeção do outro
Neste mundo não existe como separar, não nos é possível realizar uma separação, entre Budhi e Ahamkara, mesmo um mestre como Buda tinha manas, e se comunicava através de uma personalidade sábia, iluminada.
A matéria é energia sutil condensada, um eterno fluxo de transformação, sem um ponto a chegar, ou nada a ser conquistado, além de permanecer na atenção e no centro.
perguntas sobre EGO

1)"Como você percebe seu EGO te influenciando?"
Percebo EGO, como parte de mim, porque ele é a minha individualidade, e foi construido pelas experiencias de percepção do mundo.Então não o vejo como inimigo, algo a ser derrotado, vencido ou aniquilado.O ego é um mutante, a cada vida ele novamente é construido, com base nas experiencias.
No filme Pequeno Buda, ele se defronta com sua sombra, com seus medos, seus desejos enfim a imagem de sí próprio, e deste modo permanece no silencio, observando tudo sem se identificar com os movimentos que ocorrem.Deste modo e sem esforço tudo vai perdendo a força e a luz prevalece.
Percebo EGO, como parte de mim, porque ele é a minha individualidade, e foi construido pelas experiencias de percepção do mundo.Então não o vejo como inimigo, algo a ser derrotado, vencido ou aniquilado.O ego é um mutante, a cada vida ele novamente é construido, com base nas experiencias.
No filme Pequeno Buda, ele se defronta com sua sombra, com seus medos, seus desejos enfim a imagem de sí próprio, e deste modo permanece no silencio, observando tudo sem se identificar com os movimentos que ocorrem.Deste modo e sem esforço tudo vai perdendo a força e a luz prevalece.
DENISE
"Como é para você meditar na dissolução do seu EGO?"
Se deixar de me alegrar e contar as pessoas as coisas belas que vivencio, ou mesmo mudar meu comportamento para evitar criticas, estarei exatamente agindo através do ego.
Uma vez lí um livro Budista que falava da ação correta, pensamento correto e etc..., resumidamente, ele enfatizava estar focado e atento, pois as virtudes são nascidas das práticas. A bondade surge de forma espontanea, ele simplesmente é um resultado, e jamais uma imitação ou ação pensada.
A humildade é uma qualidade, assim como a compaixão espontanea, não há teinamento para isso, qualquer esforço neste sentido torna-se artificial.
Não conheço meditação para dissolver ego, o que conheço é apenas para ser consciente dele, ser consciente que ele não é bom e nem ruim, mas que somos a essencia que flui através dele.
Se deixar de me alegrar e contar as pessoas as coisas belas que vivencio, ou mesmo mudar meu comportamento para evitar criticas, estarei exatamente agindo através do ego.
Uma vez lí um livro Budista que falava da ação correta, pensamento correto e etc..., resumidamente, ele enfatizava estar focado e atento, pois as virtudes são nascidas das práticas. A bondade surge de forma espontanea, ele simplesmente é um resultado, e jamais uma imitação ou ação pensada.
A humildade é uma qualidade, assim como a compaixão espontanea, não há teinamento para isso, qualquer esforço neste sentido torna-se artificial.
Não conheço meditação para dissolver ego, o que conheço é apenas para ser consciente dele, ser consciente que ele não é bom e nem ruim, mas que somos a essencia que flui através dele.
Buda caminho de dentro
Existe um caminho dentro de cada um, não nos perdemos de nós mesmos!
O Buda fora com seu caminho é a referencia para ser compreendida como voce e seu caminho.Acho que voce estranhou saber que existem muitos Budas...
mas perceba que a monja Coen, quer que cada um de nós assuma um compromisso com nossa existencia, entendendo o Buda como a nossa própria Consciencia.
O Buda fora com seu caminho é a referencia para ser compreendida como voce e seu caminho.Acho que voce estranhou saber que existem muitos Budas...
mas perceba que a monja Coen, quer que cada um de nós assuma um compromisso com nossa existencia, entendendo o Buda como a nossa própria Consciencia.
MUDAR É BOM!!!!!
Buda não é extatico. Quando Buda voltar trará uma outra mensagem.
Todos os Budas que vieram trouxeram mensagens diferentes, o quatro giros da roda do Dharma.
Muitos universos, estrelas, aglomerados, galaxias ...tudo que podemos perceber com nossos sentidos falhos, mas que revela uma atividade e mudança constante.
Os Budas devem dançar felizes!!!
Nada deve estar estático, fixo, podemos mudar e mudar é bom!
Todos os Budas que vieram trouxeram mensagens diferentes, o quatro giros da roda do Dharma.
Muitos universos, estrelas, aglomerados, galaxias ...tudo que podemos perceber com nossos sentidos falhos, mas que revela uma atividade e mudança constante.
Os Budas devem dançar felizes!!!
Nada deve estar estático, fixo, podemos mudar e mudar é bom!
Aprender a aprender
Dhanapala: Aprender a aprender não é algo tão fácil.
Aprender o quê? Olhar para onde? O que procurar? O professor
adequado, a escola e os livros aparecem então no seu melhor
papel: como guias, e não como depositários de respostas. Por
onde começar a estudar, qual o esquema geral do caminho,
quais as prioridades que devem ser atendidas em primeiro
lugar, todas essas são questões que levam tempo, dedicação e
experiência para serem melhor entendidas. À medida que
aprendemos a observar e a saber o quê buscar, também nosso
horizonte educacional se expande. Professores e escolas
passam a ser encontrados em mais lugares, praticamente tudo
passa a ser um professor em potencial, pois começamos a
saber o que ver.
A prontidão da mente aberta e atenta transforma todos os
seres em mestres. Fracassar em perceber essa lição pode nos
levar na direção oposta daquela indicada pelo Buddha, apesar
de pensarmos que estamos praticando bem o dharma:
submergirmos num grupo de adoradores deste ou daquele guru,
com suas iniciações secretas e especiais, um novo sistema de
castas e clãs (mais conhecidos como 'panelas'), de pessoas
'especiais' porque fizeram este ou aquele retiro, iniciação
ou prática, objetos de inveja e admiração dos que 'apenas
estão entrando na senda'. Aqui começa o culto e termina o
caminho; inicia-se a arrogância e termina-se o trabalho de
extinção das kilesas (aflições e impurezas mentais)
Aprender o quê? Olhar para onde? O que procurar? O professor
adequado, a escola e os livros aparecem então no seu melhor
papel: como guias, e não como depositários de respostas. Por
onde começar a estudar, qual o esquema geral do caminho,
quais as prioridades que devem ser atendidas em primeiro
lugar, todas essas são questões que levam tempo, dedicação e
experiência para serem melhor entendidas. À medida que
aprendemos a observar e a saber o quê buscar, também nosso
horizonte educacional se expande. Professores e escolas
passam a ser encontrados em mais lugares, praticamente tudo
passa a ser um professor em potencial, pois começamos a
saber o que ver.
A prontidão da mente aberta e atenta transforma todos os
seres em mestres. Fracassar em perceber essa lição pode nos
levar na direção oposta daquela indicada pelo Buddha, apesar
de pensarmos que estamos praticando bem o dharma:
submergirmos num grupo de adoradores deste ou daquele guru,
com suas iniciações secretas e especiais, um novo sistema de
castas e clãs (mais conhecidos como 'panelas'), de pessoas
'especiais' porque fizeram este ou aquele retiro, iniciação
ou prática, objetos de inveja e admiração dos que 'apenas
estão entrando na senda'. Aqui começa o culto e termina o
caminho; inicia-se a arrogância e termina-se o trabalho de
extinção das kilesas (aflições e impurezas mentais)
BUDA
Buda foi o exemplo do destemido, que saiu do conforto do seu castelo. Tentou um método de yoga de sacrifícios até esgotar-se. Foi um lider nas meditações, até encontrar seu próprio processo pela experiencia investigativa.
Buda não teve um guia, teve mestres que lhe deram a ferramenta da técnica, mas o mérito é dele. Sua libertação veio da realização de seu empenho em vencer os medos, que aprisionam a maioria das pessoas...um destemido
ele não foi ético ao deixar mulher filhos e família, ele não pensou em sua reputação e imagem, ou na autoridade de seu pai.
Ele rompeu com tudo isso para sanar o sofrimento humano, investigando de modo inteligente o seu interior.
Este é o Buda, um sem ética, um forte, um destemido!
Buda não teve um guia, teve mestres que lhe deram a ferramenta da técnica, mas o mérito é dele. Sua libertação veio da realização de seu empenho em vencer os medos, que aprisionam a maioria das pessoas...um destemido
ele não foi ético ao deixar mulher filhos e família, ele não pensou em sua reputação e imagem, ou na autoridade de seu pai.
Ele rompeu com tudo isso para sanar o sofrimento humano, investigando de modo inteligente o seu interior.
Este é o Buda, um sem ética, um forte, um destemido!
segunda-feira, 25 de julho de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
O YOGA é minha filosofia, mais do que isso, um caminho, uma trilha , uma longa estrada de práticas que me levaram a realização do Sí mesmo. Hoje vivo dentro desta realização, deste desabrochar de Felicidade.Compartilho de forma Consciente meus estudos e técnicas, para que outros possam florescer, assim como eu , como senhor de sí mesmo na lucidez e brilho deste caminho!!!
namas te, todos somos a mesma Consciencia!!!
Eu hoje recuperei minha antiga comunidade Yoga sem Limites. Sinceramente, já nem pensava nisso. Foi uma surpresa do "acaso", se é que existe Acaso.Mas isso me trouxe mais uma oportunidade de espaço para debater minha filosofia, assim como também, compartilhar experiencias e idéias. Agora mais um perfil e outra Comunidade para postar textos de estudos e uma desculpa a mais para manter este vício chamado internet rsrsrs
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